É preciso ficar atento: isolamento, medo e depressão são sinais de que o jovem vem sofrendo esse tipo de violência.
Um em cada seis estudantes brasileiros do ensino fundamental já foi alvo de zombarias, agressões e humilhações em sites de relacionamentos, blogs e correntes de mensagens eletrônicas. O trauma é duplo: os adolescentes agredidos são privados dos espaços virtuais que se tornaram áreas de convivência para gente da sua idade e, pior, viram alvos nestas mesmas áreas de ataques dos seus próprios colegas.
A situação tende a se agravar porque o adolescente vítima do cyberbullying tende a passar ainda mais tempo na frente do computador tentando descobrir até onde vão as chacotas e ameaças. Esses adolescentes também demoram a pedir ajuda, por vergonha, insegurança e esperança de que os ataques se encerrem. A vida social praticamente desaparece, e ir à escola se torna um grande sacrifício.

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