Início » Vida » Comportamento » Recompensa incentiva mais que punição
Estudo

Recompensa incentiva mais que punição

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

Um novo estudo publicado pela revista Science mostra que a melhor forma de conseguir cooperação pode estar em recompensar a pessoa, e não em punir. Feita na Harvard, prestigiada universidade norte-americana, a pesquisa se utilizou de um jogo de recompensas e punições para identificar qual era mais utilizado e dava melhores resultados.

Quando os grupos recorriam a um sistema de punições, logo a cooperação desaparecia, embora ainda fossem registrados ganhos. Paralelamente, o uso de recompensas gerava ganhos maiores.

Sam Bowles, professor de ciências comportamentais do Instituto Santa Fé, em Novo México, refutou a teoria afirmando que o jogo criou um “ambiente artificial” em que os jogadores recebiam recompensas desproporcionais. David Rand, autor do estudo, se defendeu e disse que as recompensas desproporcionais acontecem justamente quando se ajuda as pessoas à sua volta.

Fontes:
Folha de SP - Recompensa funciona melhor que punição, mostra estudo de Harvard

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

4 Opiniões

  1. helio disse:

    Harvard ensina o que o nosso Lula já sabe há muito tempo. Certamente o professor Rand ao dizer que as recompensas desproporcionais ocorrem quando se ajudam as pessoas a nossa volta, poderia ter se inspirado no comportamento mais recente do nosso homem em Brasília.

  2. luiz antonio vieira barbi disse:

    DIZ O TEXTO TRATAR DE UM AMBIENTE ARTIFICIAL…UNIVERSIDADES EM GERAL SAO MESTRAS EM PESQUISAS ARTIFICIAIS…E NA VIDA PRATICA? FUNCIONAM?

  3. Halfee disse:

    Certa fez, estava pagando a última prestação do só que comprei para a minha casa. E sugeri a caixa da loja que fizessem o maior “auê” quando um cliente liquidasse a última prestação do carnê. Talvez um sino, uma campainha, palmas, presentes, etc. O cliente se sentiria recomepensado por ter cumprido com o seu compromisso. Também ajudaria na diminuição dos inadiplentes. Uma coisa a se pensar. Um muito obrigado é muito pouco pelo sacrifício que a gente faz para pagar, seja o que for.

  4. Glória Drummond disse:

    Ah! Essas pesquisas de Universidades…
    Ah! Esses Robertos Justus da vida…
    Ah! Sociedade globalizada do Ter, da superficialidade e do emburrecimento.

    No Brasil é do pré-cambriano essa prática – “é dando que recebemos”.

    É tanta não-informação para, para preencher espaço na mídia, que a maior obra de caridade de todos os tempos é não gastar dinheiro e papel, com as pesquisas disparatadas e idiotas da área de Humanas.

    Será que elas acontecem pelo menos?

    Qualquer dia o casal global dirá: “…Pesquisas do núcleo de nutrição da Universidade X acabam de constatar que é a grama é o maior fornecedor de proteínas…”
    E a pobre grama vai desaparecer dos parques e jardins. Veremos pessoas pastando, plantando..

    Mas, até que se eu fosse nutricionista, faria uma pesquisa sobre isso,levando em consideração o tamanho e força dos comedores do verde.

    Agora se eu premiasse os incompetentes, relapsos sob a minha gestão, seria internada num dos últimos manicômios ou literalmente destruída pelos próprios recompensados.

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *