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Genética

Crianças geradas artificialmente têm o direito de conhecer sua origem?

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Um comitê de membros do Parlamento Britânico discute mudanças na lei sobre tratamento de fertilidade.



Na Inglaterra, quando uma criança adotada completa 18 anos, ela tem direito de saber quem são seus pais biológicos. Agora, o Parlamento discute se as crianças geradas a partir de óvulos ou espermatozóides doados também teriam esse direito. No dia primeiro de agosto, o comitê do Parlamento sugeriu que, nesse caso, a doação de óvulos ou espermatozóides deve constar na certidão de nascimento da criança.

Fontes:
Economist - Birth certificates -- Misconceived

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7 Opiniões

  1. yama souto disse:

    A questão é irrelevante. O fato científico da realidade de fertilização in vitro e comdoadores de material genético. As questões propostas relativas ao método tradicional e natural não se sobrepõem por lógica. Fatos diferentes, questões diferentes e soluções diferentes. A questão social que é relevante vejo no que tange à responsabilidade daquele ou daqueles que subvencionam ou pagam a reprodução ocorrida artificialmente e o custeio do produto (humano ou não) A norma, portanto, que tem que ser considerada é contratual

  2. Leamartine Pinheiro de Souza disse:

    Os pais não possuem direitos em relação à prole. Esta sim, possui todos os direitos possíveis, principalmente, de conhecerem todos os fatos que lhe deram origem, até de uma possível mãe de aluguel (barriga) que deve constar em sua Certidão de Nascimento com apoio em Texto Legal que determine ser este fato de caráter informativo, sem direitos de herança ou de família, afinal, estes direitos são exclusivos de quem cria e não de quem forneceu, apenas, a herança genética.

  3. Bruna C. dos Santos disse:

    Acho que se eu soubesse que fui um bebê de proveta ia querer saber sim quem são meus pais…

  4. angela c.santos disse:

    Acho que a criança deve saber,mas questiono quanto ao doador ele que ser identificado como pai desta criança ou ele simplesmente foi um doador por acaso e a questão da legalidade ele terá de cumprir com pensão alimenticia já que ele é o pai mesmo que apenas (por ter sido doador ou volta pra estaca zero esquece tudo e ele não precisa ter nenhuma obrigação com a criança já que sua intenção foi apenas de doar espermatozoide há um banco para que alguém podesse ser mãe?

  5. Karina disse:

    A criança deve saber sim quem são os seus pais biológicos.
    Os pais de coração, devem falar para a criança que ela é adotada desde pequena, pois, quando ela descobrir a verdade, ela vai ficar constrangida. E em alguns casos, o filho, depois que descobri, não quer saber mais dos pais adotivos.

  6. Eduardo disse:

    As crianças logicamente devem poder saber de onde vieram. Só discordo da utilização do termo “pai biológico” para esse tipo de relação. Chamem de qualquer outro nome, mas isso não é "paternidade".

  7. lorena disse:

    A criança tem todo o direito de saber de quem e de que tipo é a carga genética que ela carrega .Quanto ao doador, deve pensar nas consequências que seu ato pode gerar(a criança ou adolescente querer ter contato com o pai) caso a lei seja aprovada, irá diminuir drasticamente a doação.

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