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O Greenpeace agora defende que não se use o papel higiênico ultramacio, formado por duas camadas de folhas. Segundo a ONG, esse tipo de produto não pode ser feito com papel reciclado. Sua produção exige fibras de celulose virgens, o que significa o corte de toneladas de árvores.
O Greenpeace diz que, nos Estados Unidos, grande parte da madeira usada para fabricar esse tipo de produto é tirada das florestas nativas do norte do Canadá, importantes na absorção do dióxido de carbono (CO2). Já as árvores plantadas exclusivamente para a produção de papel estão na lista negra dos ambientalistas porque as áreas de monocultura não servem de hábitat para variedades grandes de animais.
Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, os papéis higiênicos mais caros têm três e até quatro camadas de folhas.