PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Confira o calendário divulgado pelo Ministério da Saúde
A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
Saiba quais exames as mulheres devem fazer e os cuidados importantes para manter a saúde
O Próxima Parada do Opinião e Notícia segue para Natal, no Rio Grande do Norte, e conta com a participação dos leitores.
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Leia a carta escolhida na semana pelo Opinião e Notícia
Primeiro artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Confira a crítica semanal de cinema de Francisco Taunay
O Greenpeace agora defende que não se use o papel higiênico ultramacio, formado por duas camadas de folhas. Segundo a ONG, esse tipo de produto não pode ser feito com papel reciclado. Sua produção exige fibras de celulose virgens, o que significa o corte de toneladas de árvores.
O Greenpeace diz que, nos Estados Unidos, grande parte da madeira usada para fabricar esse tipo de produto é tirada das florestas nativas do norte do Canadá, importantes na absorção do dióxido de carbono (CO2). Já as árvores plantadas exclusivamente para a produção de papel estão na lista negra dos ambientalistas porque as áreas de monocultura não servem de hábitat para variedades grandes de animais.
Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, os papéis higiênicos mais caros têm três e até quatro camadas de folhas.
Compartilhe