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Política ambiental

Capital da Índia combate buzina e muito mais

Com 16 milhões de habitantes, Nova Déli se esforça para que sua população tenha acesso a água, eletricidade e rede de esgoto adequada, mas também vem reforçando algumas medidas para proibir a buzina, o fumo e as sacolas plásticas.

"O dia sem buzinas", assim ficou conhecido o dia 1º de janeiro em Nova Déli. A iniciativa partiu de uma ong que recebeu o apoio da polícia de trânsito da cidade. Os policiais ameaçavam multar qualquer motorista que buzinasse sem um bom motivo. No entanto, a iniciativa não teve muito sucesso.

O governo vem se esforçando para fazer valer a proibição do fumo em lugares públicos. Desde que a lei entrou em vigor, em outubro do ano passado, mais de quatro mil pessoas já foram multadas. Muitas delas estavam em ônibus. Também foi aprovado um plano permitindo que hoteleiros, comerciantes e donos de restaurantes multem aqueles que desrespeitarem a lei.

A proibição das sacolas plásticas, que começou em janeiro, também é um plano ambicioso. Há quem acredite que elas são as culpadas pelas enchentes de 2005 que mataram centenas de pessoas em Mumbai.

Fontes:
Economist - India's urban environment: Heavy baggage

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2 Opiniões

  1. Maria Helena disse:

    A Índia é um emergente um tanto quanto paradoxal. A desigualdade é bastante visível, ainda mais com tantos habitantes. E esta nova política que vem sendo realizada em Nova Déli é necessária.

  2. WELLER MARCOS disse:

    Quando vi a manchete no OP pensei logo que se tratava de uma medida definitiva. Depois, lendo minuciosamente o texto, verifiquei que na verdade tratava-se, meramente, da campanha de uma ONG que nem mesmo se identifica. Quando olhei mais atentamente ainda, observei, que a tal ONG recebeu "ajuda" da polícia para a campanha. Ajuda de polícia é pressão, e sob ameaça é terrorismo! Por isso não deu certo, e nem daria: na Índia, Conchinchina ou em Irajá! O correto (correto!?)- é usar métodos educativos mais que repressivos. Por exemplo: aqui no Brasil, mesmo sem necessidade os carros da polícia e as ambulâncias do SAMU andam em disparada pelas ruas; abrem as estridentes buzinas aos quatro cantos do mundo, e não estão nem aí para o problema da poluição sonora. Já sugeri a um deputado amigo meu que entre com um Projeto de Lei para diminuir parte do problema. Sugeri que ao invés do "nhem…nhemmm..nhem", tais veículos, usem nas suas emergências, algumas composições sinfônicas – querendo ser nacionalista bem poderiam utilizar a sonoridade de "O Guarani" , de Carlos Gomes. Seria uma oportunidade até para melhorar o gosto musical dos nossos compatriotas que vivem e morrem no conturbado componente social periférico urbano.

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