Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Poupar energia significa poupar dinheiro, além de ser bom para o planeta. Por que então não se investe mais nesta área e os consumidores não se empenham mais em economizar?
Esta é a dúvida levantada pela Economist. Na verdade, o consumo relativo de energia vem diminuindo anualmente cerca de 1% em todo o planeta. Nos EUA, por exemplo, ele vem caindo cerca de 2% ao ano. Isto só é possível porque as fábricas, casas, carros e aparelhos vêm se tornando mais eficientes, e também porque as fábricas que consomem grande quantidade de energia se mudaram para lugares mais baratos, como a China.
Mas ainda há muito potencial tanto para as famílias quanto para as empresas. Um dos motivos para que não haja ainda mais eficiência energética é o preço. Aos olhos de muitos consumidores, a eletricidade e os combustíveis são coisas baratas demais para valer a pena um esforço para poupar, especialmente nos países onde os preços são subsidiados. De um modo geral, o consumo relativo de energia é mais baixo onde o preço da eletricidade é mais alto.