O problema afeta 1 entre 3 pessoas acima de 60 anos. A data tenta reforçar a importância do tratamento e as consequências
A "Pimentinha" foi a escolhida para o Nesta Data Especial desta semana no Opinião e Notícia
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
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Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
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A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Durante muito tempo a energia nuclear foi o maior pesadelo do movimento "verde". Ela representava a ameaça da destruição em massa, resíduos perigosos que ficariam durante milênios espalhados pela Terra e a derradeira vitória da tecnologia sobre a humanidade.
Hoje, a energia nuclear ganhou adeptos como Patrick Moore, um dos fundadores do Greenpeace, e James Lovelock, o criador da teoria de Gaia — segundo a qual a Terra tem algumas características de um organismo vivo. Para Lovelock, a energia nuclear — que fornece 15% da eletricidade de todo o mundo — é a única saída para o aquecimento global.
Segundo ele, pode ser que o planeta não precise "expelir" os seres humanos que o danificam se a energia nuclear for adotada em larga escala. Para isto, seus defensores contam com a mudança de preocupações que vem com a mudança de geração: para a juventude de hoje, as alterações climáticas representam o que a guerra nuclear representou para os baby-boomers — os norte-americanos que nasceram entre 1946 e 1964.
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