Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Os Estados Unidos vão propor uma meta de redução da emissão de gases durante a conferência sobre mudanças climáticas da ONU.
Nos próximos dias, o governo do presidente Barack Obama vai divulgar o que será discutido durante o evento, que será realizado de 7 a 18 de dezembro em Copenhague. A Casa Branca também vai decidir se Obama estará presente no encontro. O debate tem o objetivo de formar um acordo para combater o aquecimento global depois que o Protocolo de Quioto vencer em 2012. A participação dos Estados Unidos é importante, pois o país é o que mais emite gases poluentes per capita.
Grandes poluidores como a China estão atentos ao posicionamento norte-americano. Foi divulgado no domingo, 22, que 65 líderes mundiais, incluindo o Brasil, a Alemanha, a França, a Austrália, o Japão, a Indonésia e a Grã-Bretanha, haviam confirmado presença no evento.
O Congresso norte-americano aprovou uma lei que define uma redução de 17% dos níveis da emissão de 2005, que tem que ser atingida até 2020. A versão do Senado está tentando aumentar essa meta para 20%.