Leia artigo do site parceiro Instituto Millenium
Instituições de ensino usam páginas próprias e até redes sociais como ferramentas de ensino. Por Fernanda Dias
A linda capital da Argentina é muito mais do que a Praça de Maio, Casa Rosada, Caminito, La Bombonera, Porto Madero e que tais. Por Hugo Souza.
Conheça sintomas, formas de prevenção e informações sobre viroses e diarreias
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
O leitor Markut comentou a carta do nosso colaborador Maurício Apolinário
Todo início de ano a mesma história se repete nas universidades brasileiras
Leia a crítica de Francisco Taunay sobre peças apresentadas no Rio Musical
Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
Os Estados Unidos vão propor uma meta de redução da emissão de gases durante a conferência sobre mudanças climáticas da ONU.
Nos próximos dias, o governo do presidente Barack Obama vai divulgar o que será discutido durante o evento, que será realizado de 7 a 18 de dezembro em Copenhague. A Casa Branca também vai decidir se Obama estará presente no encontro. O debate tem o objetivo de formar um acordo para combater o aquecimento global depois que o Protocolo de Quioto vencer em 2012. A participação dos Estados Unidos é importante, pois o país é o que mais emite gases poluentes per capita.
Grandes poluidores como a China estão atentos ao posicionamento norte-americano. Foi divulgado no domingo, 22, que 65 líderes mundiais, incluindo o Brasil, a Alemanha, a França, a Austrália, o Japão, a Indonésia e a Grã-Bretanha, haviam confirmado presença no evento.
O Congresso norte-americano aprovou uma lei que define uma redução de 17% dos níveis da emissão de 2005, que tem que ser atingida até 2020. A versão do Senado está tentando aumentar essa meta para 20%.
Compartilhe