A linda capital da Argentina é muito mais do que a Praça de Maio, Casa Rosada, Caminito, La Bombonera, Porto Madero e que tais. Por Hugo Souza.
Conheça sintomas, formas de prevenção e informações sobre viroses e diarreias
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
O leitor Markut comentou a carta do nosso colaborador Maurício Apolinário
Todo início de ano a mesma história se repete nas universidades brasileiras
Leia a crítica de Francisco Taunay sobre peças apresentadas no Rio Musical
Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
Representantes africanos não compareceram à conferência do clima de Barcelona. Por conta disso, a negociação foi suspensa. Os africanos só aceitaram voltar às reuniões durante a noite e exigiram que os europeus não deixem a sala novamente, caso as discussões se desencaminhem.
A atitude dos africanos é uma representação de suas insatisfações com o quanto os países desenvolvidos estão dispostos reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O encontro em Barcelona é o último antes da cúpula de Copenhague, em dezembro, e também se concentra nas metas para 2020.
Os africanos pedem que as reduções dos países desenvolvidos estejam “de acordo com a ciência”, em referência aos estudos que apontam para uma alta probabilidade das metas em discussão para Copenhague não serem suficientes. A Europa, por exemplo, já propôs uma redução de 30%, mas o grupo quer ao menos 40%.
“Se ficarmos nos 30%, nossas florestas irão quase desaparecer. Pequenos Estados que ficam em ilhas iriam desaparecer”, disse o sudanês Lumumba Stanislaus Di-Aping, que falou em nome do G77+China (bloco diplomático de países em desenvolvimento do qual o Brasil faz parte). O Brasil apoia a posição africana. André Odenbreit, do Itamaraty, disse que saber sobre os números é importante para a negociação com um todo.
Os Estados Unidos também não compareceram à reunião e nem divulgaram uma meta de redução oficial.
Compartilhe
Leia Mais