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Um estudo publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences por cientistas americanos revelou que uma série de mutações genéticas nos receptores de um hormônio do crescimento pode ser responsável pela longevidade.
Os cientistas do Instituto de Pesquisa sobre o Envelhecimento, de Nova York, estudaram um grupo de judias centenárias de origem européia e seus descendentes, e concluíram que a mutação estava presente nas mulheres de estatura normalmente 2,5 cm abaixo da média. Os resultados foram comparados à análise de DNA de outras 312 pessoas vindas de famílias com média de vida normal, que não chegaram aos 95 anos.
A conclusão do estudo é que as mutações afetam o receptor do hormônio de crescimento IGF1, que controla o crescimento e maturidade do corpo, especialmente durante a puberdade.