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Transplante de órgãos

A diferença entre a oferta e a demanda

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Uma pesquisa da Organização Mundial de Saúde revelou que apenas uma em cada dez pessoas que precisam de um rim — o órgão com maior demanda para transplantes — consegue ser operado.

Em 2007, mais de sete mil norte-americanos morreram enquanto aguardavam um transplante. Na Europa, milhares de pessoas também morrem a cada ano na fila de espera. Nos lugares mais pobres, um transplante é impensável para a maioria das pessoas.

A defasagem entre a oferta e a demanda acaba criando um "mercado de órgãos", e isto afeta principalmente os países mais pobres. O último de muitos escândalos envolvendo transplantes de órgãos vem ocorrendo na Índia, que é um dos vários países pobres onde a venda de órgãos era legalizada, mas que agora foi proibida.

O médico Amit Kumar está aguardando julgamento após ter confessado que realizou centenas de transplantes ilegais para clientes ricos dos EUA, Grã-Bretanha, Canadá, Arábia Saudita e Grécia. Ele é acusado de atrair trabalhadores com ofertas de emprego e depois lhes oferecer até US$ 2 mil por um rim. Algumas pessoas que recusaram a proposta disseram que tiveram seu rim removido mesmo assim, depois de terem sido drogadas.

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  1. EDVALDOTAVARES disse:

    UMA PERGUNTA EXPLOSIVA – POR QUE A LAGARTIXA PODE E O HOMEM NÃO, REGENERAR PARTE PERDIDA DO SEU CORPO? A ciência no estágio do atual desenvolvimento ainda não se deparou com uma solução para este desafio? Células-tronco embrionárias, hétero-doadas, não seriam capazes de efetuar essa restauração em indivíduos adultos? E, até para indivíduos recém-nascidos com más-formações congênitas como a focomelia (nascimento com defeitos nos braços e pernas cujas mãos e pés estão diretamente ligados ao tronco, assemelhando-se a nadadeiras da foca), a amputação e posterior reconstrução dos membros, normais, com células-tronco, auto-transplantadas, aproveitadas do cordão- umbilical, seria possível? O ser humano adulto não teria um reservatório, em seu corpo, de células-tronco embrionárias? Haveria uma memória celular no organismo, a ser recuperada, esquecida, de como se constrói um corpo humano? Como a nanoengenharia médica, ramo da nanotecnologia, poderia contribuir para a recuperação dessa memória biológica que permanece adormecida? As pessoas que nascem ou perdem parte de seu corpo terão de viver a vida toda com essa falta? Por que tais privilégios foram concedidos apenas aos animais inferiores? Cabe à crescente conquista no campo do desenvolvimento científico uma resposta favorável a este enigma que atormenta as mentes dos pensadores científicos. Atualmente, sabe-se que o pensamento não está restrito ao cérebro e, como este, qualquer parte do corpo pensa. Este tipo de conquista, recentemente adquirida, do conhecimento, é uma revolução revelada pelas pesquisas científicas. Tal avanço permite dizer que todas as células do corpo pensam. Diante desta descoberta a medicina pode contribuir para restaurar órgãos ou partes danificadas do corpo ou, mesmo, membros perdidos acidentalmente ou inúteis, amputados cirurgicamente, para reconstrução ditada pela anátomo-fisiologia normal com o emprego de informações contidas em nanotransmissores a serem injetados no organismo. BRASIL ACIMA DE TUDO! SELVA! EDVALDOTAVARES – MÉDICO. BRASÍLIA/DF.