Em grave crise financeira, a aérea de Portugal anunciou sua decisão de venda ano passado
Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o vírus da Aids é a maior causa de morte entre as mulheres com idades entre 15 e 44 anos.
Sexo sem proteção é o principal fator de risco em países desenvolvidos entre mulheres com idade fértil. A falta de acesso a contraceptivos e a deficiência de ferro também contribuem. Em todo o mundo, uma a cada cinco mortes entre mulheres nesta faixa etária está relacionada a sexo sem proteção, de acordo com as Nações Unidas. A chefe da Organização Mundial de Saúde, Margareth Chan, mencionou que as mulheres têm uma vantagem biológica, pois vivem seis a oitos anos a mais que os homens. Segundo Margareth, em diversas partes do mundo, elas sofrem sérias desvantagens devido à pobreza, à dificuldade em obter assistência médica e a normas culturais que priorizam o bem-estar dos homens.
Segundo Chan, esta é uma tragédia evitável. Cerca de 15% das mortes entre mulheres ocorreram na maternidade, de acordo com estatísticas de 2004.