Segundo a Organização Mundial de Saúde, o vírus da Aids é a maior causa de morte entre as mulheres com idades entre 15 e 44 anos.
Sexo sem proteção é o principal fator de risco em países desenvolvidos entre mulheres com idade fértil. A falta de acesso a contraceptivos e a deficiência de ferro também contribuem. Em todo o mundo, uma a cada cinco mortes entre mulheres nesta faixa etária está relacionada a sexo sem proteção, de acordo com as Nações Unidas. A chefe da Organização Mundial de Saúde, Margareth Chan, mencionou que as mulheres têm uma vantagem biológica, pois vivem seis a oitos anos a mais que os homens. Segundo Margareth, em diversas partes do mundo, elas sofrem sérias desvantagens devido à pobreza, à dificuldade em obter assistência médica e a normas culturais que priorizam o bem-estar dos homens.
Segundo Chan, esta é uma tragédia evitável. Cerca de 15% das mortes entre mulheres ocorreram na maternidade, de acordo com estatísticas de 2004.

É chocante essa realidade da AIDS matando mulheres, tudo causado por homens portadores que praticam sexo de risco com suas esposas.
E NO BRASIL?? AQUI O SEXO E MUITO INCENTIVADO, ATE O LULA DISTRIBUI CAMISINHA NO CARNAVAL…POIS SE ENCHE A CABECA DE TODOS COM A ABSOLUTA IRRESPONSABILIDADE DE QUE SE USAR CAMISINHA, TA LIMPO…VAI SE VULGARIZANDO O SEXO, VAI SE TRATANDO O SEXO COMO UMA COISINHA COMO OUTRA QUALQUER..ETC…DEPOIS, CLARO, APARECEM AS CONSEQUENCIAS…FEITO DISSE O VELHO NEWTON, NAO HA ACAO SEM UMA CORRESPONDENTE REACAO!!!
Não seria uma má idéia se nossos veículos de comunicação plural voltassem a ter em suas edições um espaço continuo sobre há – ainda – não cura da AIDS.
Pois no Brasil é histórico que quando algumas notícias deixam de ser vinculadas o subtexto do brasileiro compreende – equivocada e perigosamente – que o mal já não oferece mais perigo.
Daí os refrigérios e os descuidados assumem papéis relevantes e fatais.