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Instituições de ensino usam páginas próprias e até redes sociais como ferramentas de ensino. Por Fernanda Dias
A linda capital da Argentina é muito mais do que a Praça de Maio, Casa Rosada, Caminito, La Bombonera, Porto Madero e que tais. Por Hugo Souza.
Conheça sintomas, formas de prevenção e informações sobre viroses e diarreias
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O leitor Markut comentou a carta do nosso colaborador Maurício Apolinário
Todo início de ano a mesma história se repete nas universidades brasileiras
Leia a crítica de Francisco Taunay sobre peças apresentadas no Rio Musical
Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
Embora haja evidências de que genes ou doenças possam aumentar o risco de perda de memória, ainda há muitas formas de evitar que o cérebro envelheça.
Foi o que descobriram pesquisadores norte-americanos. Eles afirmam que os exercícios são fundamentais e dão destaque para atividades mentais e vida social.
De acordo com os pesquisadores, quanto mais tempo as pessoas estudam, menores são as chances de elas desenvolverem problemas mentais. Além disto, aqueles que não fumam também têm menos chances de desenvolverem problemas deste tipo.
Sabe-se que 53% das pessoas apresentam um pequeno declínio mental nas faixas dos 70 e dos 80 anos, e cerca de 16% desenvolvem problemas mais graves relacionados à memória e outras funções mentais à medida que envelhecem.
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