Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
Um estudo realizado por pesquisadores ingleses e franceses revelou que pessoas de meia idade com altos níveis do colesterol bom no sangue têm menos chances de desenvolver problemas de memória do que aquelas com baixos níveis.
O colesterol é uma gordura natural produzida pelo organismo e que também está presente em muitos tipos de alimentos. O colesterol HDL, ou "bom colesterol", é conhecido por diminuir o risco de ataques cardíacos. Já o colesterol LDL, ou "mau colesterol", acumula-se nas paredes das artérias, tornando-as mais estreitas e dificultando a circulação sanguínea.
No início do estudo, os participantes com baixos níveis de HDL tinham 27% mais chances de ter problemas de memória do que aqueles com altos níveis do bom colesterol. Após cinco anos, a probabilidade da perda de memória naqueles com baixos níveis de HDL cresceu até 53%.