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Saúde do coração

De forte palpitação à morte súbita: o perigo do silêncio da arritmia cardíaca

De forte palpitação à morte súbita: o perigo do silêncio da arritmia cardíaca
No Brasil, a doença é a quinta maior causa de internação no Sistema Único de Saúde (Foto: Wikimedia)

Bastava a taquicardia começar que Teresa já sabia: era hora de se deitar em algum lugar para aliviar batidas cardíacas rápidas e repentinas. Teresa da Costa Gonçalves, de 66 anos, conviveu com a arritmia desde a puberdade e, aos 65, descobriu que a cirurgia era inevitável: “Havia chegado ao limite máximo de relutância”. Muitos, no entanto, confundem os sintomas da doença com os atribuídos ao estresse ou mesmo à Síndrome do Pânico. A morte súbita, provocada pela arritmia cardíaca, é a doença que mais mata no mundo.

“O coração faz normalmente uma seqüência de 60 a 100 batimentos por minuto. As alterações nesse ritmo são as chamadas arritmias”, explica o cardiologista Eduardo Saad, especialista em arritmia cardíaca do Instituto Nacional de Cardiologia e membro especialista da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. Quando o coração bate menos de 60 vezes por minuto, a arritmia é chamada de bradicardia. Quando é mais de 100, taquicardia. As mortes súbitas provocadas por problemas cardíacos são bastante comuns, acontecem a cada cinco minutos em todo o mundo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, 50% das mortes causadas por problemas cardiovasculares ocorrem subitamente.

Atualmente considerada uma epidemia mundial, a fibrilação atrial é um dos tipos mais comuns de arritmia cardíaca, o mais difícil de tratar e o que mais mata. A dificuldade de se comprovar a existência da doença acontece pelo fato de a fibrilação atrial poder ocorrer de maneira silenciosa, sem causar qualquer sintoma. “Frequentemente, os problemas elétricos do coração são ‘ocultos’, só é possível detectá-los no caso de se conseguir registrar um eletrocardiograma no momento em que os sintomas estão presentes. Fora da ‘crise’, todos os exames podem ser normais, não deixando marca”, explica o Dr. Saad, que afirma que a doença pode provocar a formação de coágulos no coração e, consequentemente, embolias, principalmente para o cérebro, o chamado Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O caso de Teresa era grave. “A cirurgia era inevitável, pois já com 65 anos percebi que havia chegado ao limite máximo de relutância.” Teresa afirmou que as crises de arritmia eram esporádicas e não se apresentavam por causas definidas. “A taquicardia sempre foi minha parceira. No início os episódios eram totalmente imprevisíveis. Aconteciam quando estava sentada estudando, caminhando na rua, dirigindo, fazendo exercícios. Eles não dependiam de estresse.”

A paciente conta de um episódio em que, após fazer exercício com seu personal trainer, a taquicardia apareceu inexplicavelmente e apenas cedeu com injeção. “Fui para casa e, como de costume, deitei-me, mas ela não passou. Meu filho médico mandou que eu fosse diretamente para o hospital do coração. Ao passar por monitoramento, foram acusados 230 bpm.”

No Brasil, a doença é a quinta maior causa de internação no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o SUS, o mal faz anualmente 160 mil vítimas no Brasil. Nos Estados Unidos, a cada ano, 5 milhões de pessoas são atingidas pela fibrilação atrial e 350 mil morrem vítimas da doença. Atualmente, 10% da população norte-americana, acima de 80 anos, têm o mal. Na Europa, ocorrem 500 mil mortes por ano devido à doença. Uma em cada quatro pessoas pode desenvolver a fibrilação atrial a partir dos 40 anos de idade. “Acima dos 40 anos, o mal súbito mata mais do que câncer de mama, de próstata, Aids, assassinatos e acidentes de trânsito juntos.”

Muitas pessoas, no entanto, acabam considerando os sintomas da doença apenas sensações momentâneas. As batidas mais fortes podem surgir em uma conversa com amigos, ou mesmo dormindo. Disparos no coração, falta de ar, dor no peito, tonturas e até mesmo desmaios. Em muitos casos, o indivíduo confunde os efeitos com a Síndrome do Pânico. As batidas podem ser bem rápidas, mas comumente são desproporcionais ao grau de ansiedade ou esforço. Além disso, a sensação que causa é diferente de uma aceleração normal do coração.

Dr. Eduardo Saad analisa que, devido ao fato de a doença ser confundida com outros males, não só os pacientes mas também os próprios médicos minimizam a existência de arritmias.

Quase na totalidade dos casos, a arritmia cardíaca começa em um descompasso elétrico que tira o coração de seu ritmo normal — a chamada fibrilação ventricular. De acordo com Saad, é necessário um atendimento rápido. “A vítima perde 10% de chance de sobreviver a cada minuto sem ajuda.”

Teresa disse que, desde muito nova, via sua mãe, que morreu com 96 anos, deitando-se e pedindo um copo de água com açúcar para minimizar seus batimentos cardíacos, que, “de tão fortes, eram percebidos através da roupa”. Ela afirma que a arritmia não atrapalhou o seu desenvolvimento. “Fui criança, adolescente e adulta com atividades múltiplas, desdobrando-me entre estudos e atividades físicas. Fui nadadora, fiz ballet, dança de salão, participava de competições.” Ela conta, no entanto, que havia um certo constrangimento, por exemplo, ao terminar uma competição de natação e ter que deitar na borda da piscina para esperar normalizar a frequência cardíaca.

Como resolver?

A boa notícia é que a fibrilação atrial tem cura. Se as medicações existentes são capazes de controlar o problema em até 50%, o procedimento conhecido como ablação expande o controle para entre 85% e 90%. O Dr. Saad conta que o tratamento consiste na utilização de fios — cateteres — colocados dentro do coração para corrigir ritmos anormais, o que elimina os sintomas.

Na ablação, a lesão provocada no tecido cardíaco por meio da cauterização não deve ser excessiva, uma vez que pode furar o coração ou mesmo provocar formação de coágulos. A técnica do eco intracardíaco, uma microcâmera dentro do coração, é um caminho utilizado pelos médicos para minimizar riscos. O mais complexo deste tipo de tratamento é a chamada ablação de FA, que exige um maior número de cauterizações.

O especialista defende a importância de deixar disponíveis desfibriladores em locais de grande movimento. Esses aparelhos fazem um eletrocardiograma imediato e, se necessário, disparam um choque calculado para recuperar o ritmo cardíaco. Eles podem ser manipulados por leigos e, em alguns casos, aumentam em até 70% as chances de sobrevivência.

No caso de Teresa Gonçalves, foi feita uma ablação. “Esta cirurgia em condições habituais leva cerca de 1 hora; a minha durou quatro horas. Havia quase a indicação para colocação de marca passo. Hoje, depois de quase 12 meses, não mais tive episódios de taquicardia e não faço uso de medicamentos”.

O marcapasso é um aparelho que gera impulsos elétricos aplicados diretamente no coração e que estimulam o batimento cardíaco. O implante é indicado quando as bradicardias são sintomáticas e perigosas. Cada vez mais marcapassos são implantados em todo o mundo.

O tratamento para a arritmia vai depender do tipo específico da doença. Em alguns casos, o uso de medicação é suficiente para prevenir a ocorrência de novos episódios arrítmicos.

Então, como saber se alguém tem arritmia cardíaca?

As pessoas devem procurar um cardiologista para detectar os fatores de risco — como hipertensão, diabetes, obesidade, história familiar de morte súbita — e fazer exames preventivos. O primeiro passo é um eletrocardiograma.

Atualmente, as pessoas, após conhecerem os sintomas da doença, devem esperar que eles ocorram novamente e fazer um registro com eletrocardiograma durante a “crise”. É preciso um pouco de sorte de ter os sintomas e conseguir registrar o eletro. Há a disponibilidade do uso de um monitor que grava o eletrocardiograma por sete a 15 dias, esperando que a “crise” venha nesse período. A ação pode ser feita em um serviço de emergência de forma imediata, e o paciente ser examinado enquanto a aceleração está presente.

Existe também o teste provocativo. Se os sintomas justificam, essa avaliação deve ser detalhada. Nesse caso, há uma avaliação específica da parte elétrica do coração através de um cateter que pode dar a resposta definitiva – o chamado Estudo Eletrofisiológico.

“Caso se comprove sua existência, a arritmia pode ser tratada definitivamente por cauterização no local afetado, processo denominado de ablação por cateter. A grande maioria dos casos de arritmias pode ser curada com esse método, sem a necessidade do uso de remédios. Tudo isso por um pequeno furo com agulha em uma veia da virilha, sem pontos ou cortes”, conclui o cardiologista especialista em arritmias.

Quais os maiores alvos da doença?

Apesar de a fibrilação atrial poder ocorrer em qualquer indivíduo, de qualquer idade — há casos de arritmias primárias — as pessoas mais propensas são as que já tiveram um problema cardiovascular, como enfarte, isquemia, insuficiência cardíaca e lesões das válvulas. De acordo com o Dr. Saad, pessoas mais idosas e mulheres jovens são alvos mais comuns.

Os alvos podem estar até mesmo nas academias, quando frequentadores não apresentam os exames médicos necessários antes de começarem os exercícios de musculação.

Conheça o site do Dr. Eduardo Saad.

133 Opiniões

  1. Lara Feitosa Pinheiro disse:

    Bom dia a todos!
    Ultimamente venho sentindo meus batimentos estranhos.
    Em setembro de 2015,eu pesava 115 kg, era fumante e meu coração batia em média 110 a 115 bpm.
    Comecei a retirar gordura e refrigerante da minha vida, mudei minha alimentação e comecei a emagrecer.
    Em janeiro iniciei tratamento para asma com Seretide, fumo de vez em quando (muito pouco) ,continuo com alimentação saudável e estou pesando 90 kg hoje.
    O que está me preocupando é que de um tempo pra cá, venho sentindo como se meu coração desse uma batida forte antes do tempo e sinto essa batida na garganta também, mas sem tontura, dor, falta de ar e sem acelerar meus batimentos, que hj não passam de 100 bpm em repouso.
    Não sou hipertensa e minha glicemia de jejum,vem dando 117 e já chegou a 138 mg /dL.
    Fiz eletro e o resultado foi ritmo sinusal e FC 78 bpm.
    Devo me preocupar com essa batida forte a mais que sinto?
    Lembrando que não sinto ttaquicardia, mas é um desconforto imenso, sensação de que o coração quer pular pra fora do peito.
    Obrigada!!!

  2. Rafael disse:

    Olar meu nome é Rafael e tenho 32 anos, ha alguns meses venho tendo crises deste tipo mesmo quando estou parado, ultimamente tenho leves dores no peito e taquicardia meus batimentos já chegaram a 130bpm e sinto pressão na face e as vezes nas têmporas, já fiz eletrocardiograma e teste ergométrico e não deu nada. O que pode ser ?

  3. Aparecida disse:

    No dia 17 de Setembro de 2015 Eu tive um episódio de arritmia foi para emergência fiz eletro deu taquicardia e antes disso eu estava com a alergia atacada muito estressada tomei resfrimol aí depois de dois dias meu coração foi a 117 bpm pôr minutos aí me encaminharam para o cardio ele passou atenolol de 25 mg fiquei ótimo meu coração não acelera ou mais mais aí ele falou para mim para de toma para começar a tomar um medicamento para ansiedade pois sou muito ansiosa. Tomei no primeiro dia ñ senti nada mais no segundo dia Meu coração acelerou muito pensei que Iris morre meu Deus que horrível foi a 133bpm pôr minutos muito ruim foi para na emergência denovo ai tomei atenolol. De50 e diazepam baixou rápido e fiquei legal oque fazer meu exame de tudo normal porque isso acontece não entendo

  4. SUELY disse:

    TENHO DESDE CRIANÇA ARRITMIAS, IA EM MÉDICOS E ELES ACHAVAM QUE ERA ANSIEDADE. AOS CINQÜENTA VIVA, TIVE UMA QUE CONSEGUIU REGISTRAR 180 BP, DAI SEGUIAM EPISÓDIOS ESPORADICOS E SEM DIAGNÓSTICO. COMECEI A OBSERVAR AS ASSOCIAÇÕES DOS EPISÓDIOS E PIMBA! ELIMINEI CAFÉ E COCA-COLA DA MINHA VIDA, ATÉ AGORA ESTÁ DANDO RESULTADO, RARÍSSIMOS EPISÓDIOS, IMPORRANTE SABER QUE NÃO TENHO PRESSÃO ALTA, NEM REGISTRADA PELO MEDICO DA EMERGÊNCIA. E LE ME TRANQUILIZOU DIZENDO QUE POUCO PROVÁVEL ISSO AFETAR MINGA VIDA, APENAS O INCÔMODO, SE PERSISTIR QUE PODERIA SER TRATADO COM MEDICAÇÃO. É VERDADE ?

  5. ana maria disse:

    Ola meu nome e ana maria tenho 33anos e a tres dias estou tendo palpitasoes e falta de ar em seguida ja tive apneia do,sono e as vezs somi o ar derrepente fiz eletro a anos atras pela dor e fauta de ar mas nao Deu. Nada sou muito ansioza e tomo remedio pr pressao a 4meses pode ser efeito do remedio???

  6. Edilene disse:

    Tenho 46 anos e faço uso de sotalol 120mg 2x ao dia mesmo com o medicamento sinto muito cansada e palpitação no último rotrer deu 8.000 de palpitação o médico disse que não tem nada a ver com o coração cansaço e falta de me exercitá mas não consigo fazer exercício quando caminho me muito cansada isso remete é falta de me exercitar

  7. bruno disse:

    Olá doutor , eu tenho tido diariamente o coracao saindo fora do ritmo , se eu fizer exercicios fisicos sinto mais ainda , toda vez que eu vou ao medico e sempre a mesma coisa eles falam que estou com stress , mas nao estou stressado , nao sei mas o que fazer, me ajude , por favor

  8. Fabio disse:

    tem que apurar direito! minhas dores no peito, que davam tontura, enjoo e outros sintomas eram somente devido ao grande volume de refluxo, que so foi descoberto com o exame de phmetria, nao deixa de ser um problema mas melhor que problema de coração, antes disso fui no cardiologista e dava sempre normal todos os exames

  9. ivanilde disse:

    Ha uns tres anos sinto como se meu coraçao se atrapalhase nas batidas,sinto tontura prestes adesmaiar com falta de ar uma senssaçao que minha cabeça vai esplodir, quando tudo passou sinto um cansaço muito grande que demora para passar.varias vzes por dia sinto como se tivesse algo no garganta com pulsaçao no peito e no pescoço.consultei com um clinico geral e ele me disse que e ansiedade e nao o coraçao. Dr. Preciso saber o que e isso??

  10. Julieta disse:

    Ola doutor, fiz um ECG em repouso que deu um infradesnivelamento de ondas ST. Tudo o resto aparentemente esta normal. O meu cardiologista encaminhou-me para fazer uma ecografia ao coraçao e um ecg de esforço, marcados para daui a umas duas semanas. Estou muito stressada pois nunca tive sinais de enfarte oundor no peito , nunca tive hipertensao ou colestrol alto. E deixei de fumar ha algum tempo. Tenho 34 anos. O que podera ser? Infradesnivelamento de ondes ST parece ser sempre algo de realmente perigoso! Estou nervosa com tudo isto.

  11. Jackson disse:

    Fiz ablacao a 1 mês, tinha bradicardia, tendo 2 episódios de desmaio em 8 anos, espero que tenha resolvido e possa voltar a correr!!!

  12. Fabricia Lima disse:

    É bem complicado,porque agente passa muito mal, sensaçao que vai morer,vai para o médico faz exames não acusa nada. No meu caso sinto formigamento nos pés suor nas mãos,vem batimento muito forte dormência nas mãos e depois braços e pernas,vista embaçada sençasao de desmaio palidez.os médico, só falam q pode ser estrese, ou q tem q pegar no ato da arritmia pra saber qual tratamento vai fazer,a meses sinto isso e procuro emergencia mas nao deu p pegar no ato da aritimia mas os médicos falam que precisa pegar na hora pra fazer alguma coisa.mas daqui que chegue na urgência já passou a crise. Tenho medo que aconteça algo pior, tento manter a calma,mas não sei o q fazer para melhorar numa emergencia dessas,sinto isso quase sempre a noite quando estou de repouso dormindo sentada,já fiz 24hs de rolter, eco, vários ecg e nada preciso de ajuda. Grata Fabi

  13. Luciana fernandes disse:

    Olá dro meu coração dispara do nada fiz eletrocardiograma mas não deu nada estou passando por uns exames um deles e Holter seta que esse aparelho consegue detectar alguma coisa..obrigada

  14. Jaqueline de souza disse:

    Ola doutor Eduardo fiz um estudo eletrofissiologico com cateter de radio frequencia a uns oito meses, e acabando o procedimento o medico me falou que o foco da minha arritmia estava muito proximo do foco normal mais que tinha ocorrido com sucesso, depois desse procedimento nunca mais precisei ficar internada,nao tive mais as crises,so que sinto os principios delas direto que e tonteiras e o coracao querer sair do ritimo so que ele nao conseguer,eu acho que e porque como o foco estava muito proximo do normal ele nao pode mexer muito, devo me preocupar? Sera que posso voltar a ter as crises? Por favor me ajuda e desde ja agradeço a atençao!

  15. Adriana disse:

    Olá Dr Eduardo,
    Boas dicas!!
    Pratico exercício frequentemente há 5 anos( 3 vezes/semana). Tenho 48 anos, peso 58 com 1,60 de altura.
    Estou usando um iwatch(com frequencímetro direto monitorado) e estou observando que na aula de spinning minha frequência inicia com 80 e atinge muito rápido 150(10 minutos)e chega até 190( 40 minutos)sem que eu fique exausta.
    Mas pelas fórmulas só poderia ir a 152 na intensidade moderada e 166 na forte.
    Minha F de repouso é 60 e durante o dia fica entre 60 e 80.
    Tenho diminuído a intensidade do exercício por conta dos batimentos, mas fica muito leve.
    Estou com algum problema?

  16. Sal disse:

    Muito interessante o contedo. Mas meu problema so essas dores. Quando enfrentei uma crise de lombalgia, o mdico me falou desse colcho magntico . Algum daqui j usou? Falaram que trata at insonia.

  17. alcina disse:

    tenho palpitacao no coracao e na gargata

  18. JONES DUARTE ALVES DA SILVA disse:

    Meu coração hoje as 01:00 da manhã senti descompassado e muito forte as batidas.
    Ao ponto de ligar o computador e procurar resposta aqui.
    Estou muito ansioso e tenho 61 anos. Ate hoje sem problemas de saúde. E agora o que faço?

  19. Jardel disse:

    Ola doutor bom dia,

    A mais de três anos tive a minha primeira crise de arritmia, os batimentos ficaram acelerados e fora do ritmo. já fui em alguns médicos e fiz alguns exames como: Mapa, holter, eletro e exames de sangue. Por fim todo ano refaço os mesmos e sigo me consultando com um cardiologista, venho tomando selozok 25 mg, os últimos exames vem dando normal e o medico fala que no inicio deram alterados pois eu estava numa situação de estresse. Porem venho tomando a medicação todos os dias e não ando me estressando, mas as vezes percebo alguns batimentos acelerados e fora do normal. O que devo fazer? Gostaria de sua orientação, desde já muito obrigado.

  20. Priscila disse:

    Bom dia Dr. Fiz exames do coraçao…Pois após ganhar meu bebê tive uns mal.estares… Antes de ter o.bebe pratique exercícios durante a gestação e antes de ficar grávida fazia musculação pesada E luta… Fiz eletrocardiogra, mapa,.ecocardiograma….Deu tudo normal
    .. Fiz o Routter e O médico disse que a.média deu normal, porém Tive 6 horas de aceleração… O que o senhor acha? Sou bastantE anciosa… Depois do meu parto tive um quadro de forte estresse e depressão pós parto.

  21. edu disse:

    Ao término da caminha meu coração acelerou deu um pouco de tortura falta de ar .respirei fundo várias vezes levou uns dez minutos pra vota o normal.e a segunda vez q me acontece .já fiz datilografia do miocardio deu normal e teste ergometrico tudo normal.estou preocupado.obrigado.

  22. Fernando Martins disse:

    Olá Dr. Saad, faço corrida regularmente,hoje pela manhã, após o termino da corrida quando estava alongando ,senti meu coraçao disparar. O batimento chegou a 190 diminuiu um pouco e novamente voltou a subir chegando a 205. Não senti falta de ar, apenas uma leve tontura.Pensei que ia desmaiar. Isso me ocorreu a um tempo atrás,cerca de 8 meses.. Procurei ajuda de um cadiologista. Fiz vários exames: Eletrocardiograma,Ecocardiograma,Cintilografia com esforço físico, mas não acusou nenhuma anomalia no meu coração. Tenho 60 anos,hoje corri 6,5km. Maior parte do tempo com frequencia cardiaca entre 150 e 160 batimentos. O que pode ser? Agradeço antecipadamente qualquer orientação.

    Atenciosamente :

    Fernando Martins

  23. rodrig souza disse:

    boa noite a varios meses venho sentindo mau estar dores no peito ,acordo com batimentos acelerados ,fui levado ao sus fiz eletro e nao deu nada,mais me da direto isso com falta de ar e dores no peito,ontem fuia academia e estava fazendo exercicios que faço normalmente ao aumentar o peso meus batimentos subiram muito e agora tenho dores tipo queimaçao no peito..o que pode ser???

  24. adonil martins disse:

    boa noite tenho 51 anos e a 1 ano venho sentindo palpitaçoes que dura coisa de 5 segundos e me da falta de ar no momento que ocorre nao fumo a 5 anos e nao bebo a 15 anos meus batimentos cardiacos sao de 66 por minuto e quando ocorre eles passam a 84 por minuto e depois abaixam de novo para 70 por minuto essas palpitacoes as vezes ficam meses sem ocorrer e as vezes ocorrem 02 vezes na mesma semana por favor dr o que devo fazer????

  25. edinalva disse:

    Bom dia! Est sentindo uns choquinhos do lado direito do pescoço que vai até as bochechas pode ser o que. ?

  26. luciana disse:

    Oi dr sinto as vezes uma pulsacao forte no meio da gargants ou do lado direito do peito.nao sao varias e apena uma depois de alguns minutos repete.principalmente se nao me alimento

  27. edson disse:

    Olá, doutor. Por favor, espero que você possa estar respondendo meus questionamentos e esclarecendo minhas dúvidas (se possível, é claro). eu tenho 21 anos e, desde 1 mês e meio atrás venho sentindo fortes muito desconforto no peito, às vezes se manifesta como dor e outrora como cansaço, peso e palpitações… isso acontece diariamente comigo, seja eu em repouso ou não. Às vezes sinto como se o meu coração batesse duas vezes… Não sei explicar. tem horas que acho que vou morrer, sinto falta de ar, dor no peito e tonturas, mas nunca desmaiei de fato. fui a um hospital público, chegando lá fiz dois exames; ECG E SANGUE. O médico(não foi um cardiologista) disse que eu tenho uma “arritimiazinha”. ele não não me passou para um cardiologista, o que me deixou muito preocupado. nem mesmo me passou medicamentos para tomar quando sentir esses desconfortos de quase morte. :/

  28. fernanda disse:

    boa tarde,alguns meses quando fico em situacao de stress sinto uma pulsacao forte na garganta do lado direito.nao sao varias é apenas uma batida Em 2012 fiz todos exames cardioco,eletro ,eco,router e mapa enao deu nada.

  29. Valéria disse:

    Olá! ESPORADICAMENTE TENHO PALPITAÇÃO SÚBITA ISOLADA E ME FALTA O AR, EM REPOUSO OU EM ATIVIDADE. AS VEZES DA DOIS “TRANCOS” QUE SINTO NA GARGANTA E MELHORA, COISA DE SEGUNDOS. sERÁ QUE PODE SER ALGO NO CORAÇÃO? TENHO 34 ANOS E SINTO ISSO HÁ MAIS OU MENOS UNS 5 ANOS, MAS NUNCA DESMAIEI. SINTO MUITA FADIGA, PESO NO PEITO…

  30. Walerson disse:

    Dr. Saad

    Fui diagnosticado com pressão alta a dois meses e o médico me receitou o captopril de 8 em 8 horas … só que a duas semanas tenho percebido o batimento cardíaco alterado, ou seja, mais acelerado. Tenho que me preocupar com isso ?

    Grato

  31. Van disse:

    fiz uso do medicamento Alenia pra asma por uns 3 anos e agora parei por conta própria por estar sentindo esses sintomas batimentos muitos fortes sem faze esforços tem alguma recomendação

  32. lucia disse:

    gostei muito da explicação foi ótimo agradeço muito obrigado

  33. robson disse:

    tenho arritimia constantemente e me causa um grande desconforto tenho 55 anos e agora esta vindo com mais frequencia. mas nunca consigo fazer um eletro cardiograma na hora da crise;
    um especialista me passou AS mas nao tomei porque raleia muito o sangue.
    me oriente que devo fazer.
    Att; Robson

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