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É o que sugere um novo estudo. Especialistas dizem que os casais deveriam cogitar dormir separados, para o bem do relacionamento e de si próprios.
O estudo descobriu que, em média, casais que compartilham a mesma cama sofrem 50% a mais de distúrbios do sono. Um simples puxar de coberta pode roubar preciosos minutos de relaxamento, e as noites mal dormidas já foram associadas à depressão, doenças cardíacas, derrames, doenças pulmonares, acidentes de trabalho e no trânsito e ao divórcio.
Um especialista britânico da área, Neil Stanley — que dorme separado da sua mulher — diz que a tradição do leito conjugal surgiu com a Revolução Industrial, quando as cidades ficaram superlotadas e, logo, com menos espaço. Antes da era vitoriana não era incomum casais dormindo separados. Na Roma antiga, o leito conjugal era um lugar para a relação sexual, não para dormir.