É o que sugere um novo estudo. Especialistas dizem que os casais deveriam cogitar dormir separados, para o bem do relacionamento e de si próprios.
O estudo descobriu que, em média, casais que compartilham a mesma cama sofrem 50% a mais de distúrbios do sono. Um simples puxar de coberta pode roubar preciosos minutos de relaxamento, e as noites mal dormidas já foram associadas à depressão, doenças cardíacas, derrames, doenças pulmonares, acidentes de trabalho e no trânsito e ao divórcio.
Um especialista britânico da área, Neil Stanley — que dorme separado da sua mulher — diz que a tradição do leito conjugal surgiu com a Revolução Industrial, quando as cidades ficaram superlotadas e, logo, com menos espaço. Antes da era vitoriana não era incomum casais dormindo separados. Na Roma antiga, o leito conjugal era um lugar para a relação sexual, não para dormir.

Ótimo, agora tenho uma boa desculpa para não dormir com minha mulher!
Esse Benedito, com suas idéias machistas, parece um sujeito bem esquisitão. Não entendo porque você publicam os comentários dele.
Olá!!!
Para mim essa pesquisa faz muito sentindo, me sinto bem melhor dormindo sozinha do que com o meu companheiro, pois ele ronca muito, se debate, rouba as cobertas, mas dormir junto na minha opinião por mais que faça mal a saúde aproxima o casal.
Bjs!!
O negócio é o seguite; tem que ver as configurações dos casais. Quem tem sono leve, quem ronca, quem tem a síndrome das pernas inquietas, quem gosta de frio ou quem não gosta, se dorme sob o mesmo cobertor/edredon. Tem muita gente que gosta de dormir agarradinho “em conchinha” e sente muita falta disso se dorme sozinho. Não vai ser uma pesquisa que irá separar os casais que se amam. Agora…se algum não suporta dormir com o outro, é melhor dormir separado mesmo…Qualidade de sono é um fator que não deve ser desprezado, se não se consegue ter uma boa noite de sono, isso interfere no comportamento, no humor e até no sistema imunoneuropsicoendócrino.
Abraços e boas noites de sono.
Dr. Sebastião Inacio Filho.
Concordo com a opinião do Dr. Sebastião…
Quando me casei pela primeira vez, adolescente ainda, foi horrível dormir junto com um homem polvístico, um outro na minha cama que me agarrava. O jeito era ir cada vez mais para a beiradinha. Esse “horrível” não tinha nada a ver com o sexo em si e sim com o tolhimento dos meus movimentos.
Separei-me, casei-me de novo, voltei a me sentir incomodada, até que por várias questões optei pelas camas separadas, depois quartos e parece que houve atéum resgate da minha individualidade. Dormir junto, só quando a gente está naquela fase do “eu só vou se você for também”.
Cama é um móvel feito para dormir sozinho ou ser leito conjugal, quando o tesão conjuga. O resto é imposição. Sou contra até o banheiro comum: tira o romantismo. Depois acordar com hálito de quem dormiu, bebeu, comeu alimentos fortes é desagradabilíssimo. O ideal ?seriam dois quartos, dois banheiros conjugados ou… (para ser radical mesmo) – casas separadas, mais privacidade.
É a situação financeira, a falta de espaço,a cultura que impõe essa indecência de dormir junto.Ficar numa ampla kig size com filhos, bichos e marido é bom até a farra acabar. Depois, o enfim só consigo mesmo.
Pelo jeito a Gloria nunca teve a experiência de dormir na mesma cama com alguém por quem ela sentisse amor. Não é só sexo, Glória, é carinho, é segurar a mão, o beijinho ao dar boa noite e o outro ao acordar. É muito bom, tente achar o parceiro certo.