Pesquisadores suecos conseguiram medir o ritmo com que as células musculares do coração se renovam ao longo da vida de uma pessoa. Com isso, pode haver novidades no tratamento de doenças cardíacas.
A descoberta contradiz uma teoria que foi aceita durante muito tempo: a de que o coração não poderia produzir novas células musculares.
De acordo com os pesquisadores, cerca de 1% das células musculares do coração são substituídas a cada ano de vida até que uma pessoa complete 25 anos. Esta taxa cai gradualmente para menos de 0,5% ao ano até os 75 anos de idade. Com isto, cerca de metade das células musculares do coração são renovadas ao longo da vida.
Pesquisadores acreditam que poderão desenvolver medicamentos para acelerar o processo de renovação das células musculares, uma vez que o coração não consegue substituir as células que morrem em um ataque cardíaco.

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