Famílias inteiras se desagregam quando lembranças fictícias de violações na infância são incutidas nas mentes de pessoas psicologicamente vulneráveis.
Jovens que começam a fazer terapia por causa de problemas psicológicos comuns — como ansiedade, insônia ou depressão — acabam sendo convencidos, na base de memórias “recuperadas”, de que sofreram abusos sexuais quando eram crianças.
Há poucos dias aconteceu a 15ª Assembléia Anual da Sociedade Britânica de Falsa Memória, que existe desde 1993, ano seguinte à formação nos EUA da Fundação da Síndrome da Falsa Memória. Ambas reúnem sobretudo pais injustamente acusados de violentarem seus filhos.

Não fica claro. Será que o psicoterapeuta “planta” a idéia na cabeça do paciente? Que coisa maluca…
Confusão entre fantasia e realidade. Dorival faz a pergunta correta. O psicoterapeuta colhe a fantasia e pensa que é realidade. Memórias recuperadas de desejos podem levar a delírios do paciente e do terapeuta na pressa de elucidar sintomas. É relamente uma coisa maluca.
Isto confirma a tese de que qd uma pessoa sofre uma dor muito violenta,ela “esquece”, mas tudo está, lá guardado na memória. TUDO o que a gente vive fica guardado para sempre na memória e co ajuda as pessoas podem lembrar.
Isto aconteceu com os judeus que sobreviveram ao Holocausto, só depois de quase 50 eles começaram a contar o que viveram…
O filme “DANSANDO COM BACHIR, mostra exatamente isto. Vale a pena conferir!
beatriz Kamer
Não é a primeira vez que ouço relatos sobre os catastróficos resultados de um tratamento psicoterápico incompetente.
As entidades que disciplinam essa atividade devem se debruçar, urgentemente, sobre esse problema.
Ele traz, no seu rastro, as inconsequências, cuja origem coincide com o surgimento da psicanálise, como ciência, desde a segunda metade do século XIX , abstração feita dos oportunistas e aventureiros irresponsaveis, que sempre os há.
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