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Saúde e bem-estar

Perda auditiva pode levar idosos a depressão

Médica do Lâmina Medicina Diagnóstica/Dasa fala sobre como prevenir a limitação auditiva

Perda auditiva pode levar idosos a depressão
Cerca de 10% dos idosos têm perda auditiva progressiva (Fonte: Cuidar de idosos)

De acordo com o IBGE, cerca de 20 milhões de brasileiros tem idade superior a 65 anos e, com o aumento da expectativa de vida associada à diminuição de nascimentos, a tendência é que este número aumente cada vez mais.

Cerca de 10% dos idosos têm perda auditiva progressiva, que geralmente não leva à surdez completa. Quando essas alterações são contornadas, os idosos ficam menos sujeitos as adversidades próprias da idade como quedas e outros acidentes, além de serem mais independentes e terem menor isolamento social e depressão.

“As modificações físicas próprias da idade fazem com que a pessoa idosa sinta-se limitada, com menos vitalidade para executar as atividades diárias. Quando a audição é afetada o idoso passa a ter dificuldades na comunicação com os seus familiares e amigos, prejudicando o seu convívio e isolando-o dos demais”, esclarece a médica do Lâmina Medicina Diagnóstica/Dasa, Dra. Rosita Fontes.

A diminuição da audição pode acontecer de diversas formas como, por exemplo, o processo de otosclerose, causa mais frequente, que ocorre nos ossos localizados na parte lateral do crânio na qual estão os ouvidos, fazendo com que as ondas sonoras sejam transmitidas com menos intensidade até o interior do ouvido. O acúmulo de cera, também pode afetar a audição e pode ser tratada com a limpeza do canal auditivo, não com cotonetes, mas com um processo de limpeza que é feito pelo médico. As infecções dos ouvidos, os tumores e a sequela de derrames cerebrais, também podem contribuir para a surdez ou limitação auditiva.

Alguns sintomas podem ocorrer em idosos, como zumbidos e sons que se assemelham ao de campainhas. Estes podem acompanhar ou não a diminuição da audição. A vertigem, principalmente rotatória (que causa tontura no idoso), às vezes acompanhada de náuseas e vômitos pode estar presente, podendo ser secundária a alterações do labirinto e da coluna e precipitada por alimentos ricos em carboidratos (açúcares), gorduras e bebidas alcoólicas, entre outras.

“As consultas rotineiras ao médico são muito importantes, pois podem ajudar o idoso a prevenir as limitações auditivas, além de detectar alterações e doenças já existentes precocemente, a fim de minimizá-las com medicamentos a serem indicados sempre que necessário”, acrescenta a médica.

No Lâmina Medicina Diagnóstica o paciente pode realizar exames especiais, solicitados pelo médico assistente, que confirmam a diminuição da audição, assim como testes que verificam a provável origem dos demais sintomas apresentados.

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