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Traição e HIV

Pesquisa relaciona Aids à infidelidade

Estudo cria modelo matemático que permite saber o número de pessoas em um país que contraiu o vírus após ser infiel

Pesquisa relaciona Aids à infidelidade
Mentir sobre o comportamento sexual dificulta na hora de detectar a doença (Reprodução/Internet)

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Um dos principais problemas para conter o avanço da Aids e de outras DST’s é o fato da maioria das pessoas mentir sobre seu comportamento sexual, principalmente quando a questão envolve infidelidade.

Uma pesquida feita por Steven Bellan, da Universidade do Texas, parece ter encontrado uma espécie de equação para calcular aproximadamente o número de pessoas de um país que foram infectadas pelo vírus HIV após trair o parceiro.

Durante o estudo, feito com 27.000 casais de 18 países africanos, Bellan identificou o cônjuge infectado, avaliou o tempo que o casal vive junto e a idade com que cada um iniciou a vida sexual.

Bellan utilizou as respostas para construir um modelo matemático que também leva em conta a taxa de infecção por HIV no país e o tempo de vida da população após contrair a doença. O cálculo permitiu descobrir um número aproximado das infecções por HIV contraídas por infidelidade.

Entre 27% e 61% de homens contraíram o vírus após trair a esposa. Nas mulheres, essa proporção é de 21% a 51%. Resta saber o que se pode ser feito com esse resultado. Sabe-se que no início da epidemia da Aids a infidelidade contribuiu para que o vírus se espalhasse rapidamente. Profissionais cujo trabalho exigia muitas viagens e muito tempo longe de casa eram os principais afetados. A pesquisa feita por Bellan mostra que o problema continua atual e muito difícil de se lidar.

Fontes:
The Economist-HIV and AIDS

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2 Opiniões

  1. Julio Spínola disse:

    SALÕES DE BELEZA CONTAMINAM SUAS CLIENTES E O MARIDO LEVA CULPA!
    ESTA AFIRMAÇÃO ACIMA É MATEMÁGICA APLICADA À REALIDADE! NÃO OBSERVAM IN LOCO AS CAUSAS E SAEM POR AÍ A FAZER DECLARAÇÕES SEM EMBASAMENTO SÓLIDO.
    Há equipamentos de assepsia de alicates que funcionam, pasmem, com esterilização por luz. Isto mesmo! Esterilização por luz ultravioleta que é eficiente na água e em líquidos translúcidos.No caso de alicates de unha e outras ferramentas de microincisões estéticas, não o é pois, as áreas de sombra, onde aluz não alcança, ficam sem esterilizar. O PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO NÃO É SEGURO!. Já exigi de minha mulher que leve suas ferramentas ao manicure e não use as do salão. Muitos salões negam-se a esterilizar seus equipamentos de corte por imersão à quente e em produtos químicos(halógenos na maioria) alegando que “tira o corte das ferramentas”. Falta uma campanha para esclarecer que o metal de suas ferramentas é aquecido a mais de 300º Celsius na metalúrgica que os mainufaturou e não seria 100ºC que TIRARIA SUAS PROPRIEDADES DE CORTE.
    Hoje, a maioria dos infiéis usa preservativos.
    Por acaso, fizeram exames nos casais antes e depois de serem infiéis? Por acaso, foram aos salões de beleza para testar a eficiência dos esterilizadores ? Tanto lá como aqui, não há uma regulamentação sólida dos equipamentos de salões de beleza pelas secretarias de saúde. SALÕES DE BELEZA DEVEM TER AS MESMAS NORMAS DE ASSEPSIA QUE TÊM OS HOSPITAIS NA PARTE DE EQUIPAMENTOS CORTANTES.

  2. Julio Spínola disse:

    OLHA ONDE ELE FEZ A PESQUISA:
    Durante o estudo, feito com 27.000 casais de 18 países africanos,
    OS COSTUMES DA ÁFRICA SÃO OS MESMOS DAQUI? Lá, seitas retrógradas estimulam os homens que tenham AIDS a terem “sete relaÇões sexuais com virgens” para se curar do mal.

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