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Em muitos casos, conhecer o risco de ter uma doença pode estimular mudanças de comportamento a fim de evitá-la ou, pelo menos, amenizar suas conseqüências. No entanto, a exatidão de alguns testes que estão no mercado está sob suspeita.
A falta de confiança também está ligada à razão de ser dos testes quando os resultados são entregues diretamente aos consumidores e não a profissionais da saúde. No ano passado, o Departamento de Controle Governamental dos EUA divulgou que os exames genéticos comprados de quatro sites forneceram resultados errados. Os testes indicaram falsos riscos de doenças, como problemas cardíacos, osteoporose e diabetes tipo 2.
Em alguns casos, as empresas enganaram os consumidores na venda de suplementos personalizados, que não apresentaram um resultado melhor do que as vitaminas normais, mas que custam US$ 1,2 mil por ano. No dia quatro de dezembro, a Comissão de Genética Humana do governo britânico publicou uma pesquisa pedindo por uma maior regulamentação dos testes genéticos.