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Papai Noel violento

Veja as várias armas que os americanos ganharam de Natal

Muitos americanos exibiram sua novas armas de fogo nas mídias sociais no dia após o Natal

Veja as várias armas que os americanos ganharam de Natal
Alguns americanos consideram armas o presente ideal no Natal (Reprodução/Internet)

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O aumento na venda de armas após a chacina de Newton no estado de Connecticut, EUA,

pode estar um pouco relacionado à época natalina, uma vez que muitos americanos exibiram sua novas armas de fogo nas mídias sociais no dia após o Natal, uma tendência notada pela primeira vez pela revista The Verge.

 

Já que o AR-15 é uma escolha de rifle popular tanto entre consumidores e assassinos, decidimos observar todos os novos proprietários dessas armas semiautomáticas novas em folha. Algumas pessoas sugeriram que o aumento nas vendas está relacionado a temores de que o controle de armas em breve tirará essas armas das prateleiras.

 

 

Independentemente da motivação, o “incremento de vendas parece ter ido parar embaixo da árvore de Natal”.

 

E, graças ao Instagram, podemos ver essas aparições, à medida que esses novos proprietários publicam fotos de seus novos brinquedos na internet.

Então, sem mais delongas, apresentamos fotos de pessoas em frente a árvores de natal com suas novíssimas armas.

E mais casos desse tipo de exibicionismo podem ser encontrados no Twitter e no Instragram. O controle de armas não impediu que essas pessoas ganhassem de presente de natal o que desejavam – pelo menos não neste ano.

 

Fontes:
The Atlantic - Look At All These Guns People Got For Christmas

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

18 Opiniões

  1. jose roberto amorim disse:

    Violento não é o papai Noel, violento é a equipe de “opinião& noticia que não respeita o resultado do referendo sobre armas e insistem no ato anti democratico de tentar impor o desarmamento no Brasil.

  2. Áureo Ramos de Souza disse:

    Eles assim o querem que sejam feita suas vontade e que todos americanos que possuem uma AR 15 ensinem aos filhos a usá-las, depois não chorar no leite derramado.

  3. Rogerio Faria disse:

    Essa é a “democracia” que os gringos querem levar para o mundo, rssss.

  4. helo disse:

    Amorim,
    Defender e discutir idéias é um ato democrático.
    Sou a favor do desarmamento, perdi, respeito o resultado, mas não abandono as minhas idéias.
    As vezes penso que o comércio de armas seja mais triste que o comércio de drogas.

  5. osório almeida disse:

    O tom do artigo é de condenação. Como se ter armas em casa fosse crime pior que pedofilia.
    Quando vamos fazer os desarmamentistas de plantão entenderem que, se você não protege seu direito de se defender, você não merece ter esse direito?
    Torno a dizer: afortunado o país onde o cidadão tem todo o direito de se armar para defender-se e à sua família. Da minha parte, por mais dinheiro que ofereçam, arma minha não vai parar na mão de quem quer que seja.
    Afinal a vida é minha e dos meus, os bens são meus e da minha família. E EU sou responsável por tudo, não é o policial (que não sei nem quem é…) nem o político (que esse, sim, eu sei que não é confiável…), o responsável sou EU. Não preciso ser pago para fazer o serviço, ao contrário de quem pode, dependendo do pagamento, entrar e greve e me deixar à mercê dos marginais. Oude de quem, eu sei, rouba mais que o marginal, embasado no mandato.
    Arma de presente de Natal? Que idéia ótima! Melhor que policiais em greve e políticos corruptos “trabalhando”.

  6. gera disse:

    ARMAS SO NO PODE DO GOVERNO QUE E UMA MAFIA E BANDIDOS COMUN, E MUINTO PERIGOSO PARA OS TRABALHADORES

  7. Kalil Saliba disse:

    É preciso refletir sobre a questão da imposição sobre o desarmamento dos cidadões contribuinte. Uma decisão hipocrita e oportunista desssa corja de politicos para angariar simpatia de parte da sociedade e dos meios de comunicação de opinião contraria ao desarmamento. Sabemos por parte de quem se origina a matança e assassinatos em massas.É certo que não se origina de cidadões contribuintes que tem residençia fixa e paga seus impostos, e não tem a devida proteção do Estado.

  8. Miguel Meira disse:

    Srº Osório
    A sua arma não estará na escola dos seus da sua família, no shopping que a sua família costuma visitar, talvez num desses dias o senhor se encontre no exterior etc…. e quando você regressar talvez falte um dos seus familiares e a sua arma também. Portanto, você tem que achar outro caminho para resolver esse problema pois pode ser que um dia você esteja com a arma num desses momentos mas o outro lado foi mais rápido. De que serviu a sua arma ?

  9. Sandra disse:

    Sou à favor da regulamentação ( não do banimento ) das armas nos USA. Ou seja, rigorosa fiscalização na identificação do comprador, testes de sanidade mental, proibição da venda das armas automáticas ou o que for necessário, pois a negligência no controle produz esse fenômeno do “mass murder”.
    No Brasil, em que não existe o assassino de massas sou contra o desarmamento. Aqui a população ficaria totalmente à mercê dos bandidos armados até os dentes , dos sem terra bandidos, e todos as espécies de criminosos. O simples efeito psicológico do desarmamento levaria a uma escalada da violência que já beira as raias do insuportável.

  10. Geraldo euclides disse:

    Todos nós sabemos que a América foi “feita” pelo poder das armas e não é nenhuma novidade isto, lá compra-se armas como compramos sapatos aqui no Brasil, é só apresentar documentos de residência, não estar respondendo processo e ter emprego fixo, aqui a uns trinta anos passados comprava-se armas (revolveres e pistolas) mas no período da revolução ficou mais e difícil, mas ainda se vende e se quisermos armas ilegais é procurar nas mãos dos bandidos e comprar (é um pouco difícil, mas com conhecimento é fácil) ou falando alguns policiais.

  11. jose roberto amorim disse:

    Tem sempre Um para ir na conversa do “elemento surpresa”
    “Elemento surpresa” praticamente não existe , é coisa muito rara .
    Na maioria das vezes as pessoas percebem o perigo se aproximar ,exp Notamos um carro suspeito, notamos os bandidos passar e voltar , que estamos sendo seguidos e somos pegos ” DESPREVINIDOS ” que é bem diferente de sermos SURPREENDIDOS..

  12. Gregor disse:

    É bom que estes fatos façam a população discutir, refletir e rever seus conceitos e pré-conceitos. Enquanto nos EUA, tragédias como a que ocorreu em Connectut (Sandy Hook) fez os americanos a repensarem a eficiência das Gun Free Zone, aqui no Brasil nós precisamos reverter o pensamento que arma é coisa de bandido, de que arma só traz violência. As pessoas precisam refletir que armas nas mãos certas salvam vidas. Em mãos treinadas e usadas com responsabilidade, as armas são a garantia da segurança, da Paz e do modo de vida civilizado.

  13. Jorge Christian Rodrigues Cunha disse:

    Todas as críticas que faço aos EUA são sempre contra o seu imperialismo no mundo, ou, no máximo, contra o tratamento que é dado às minorias étnicas daquele país. Mas para por aí. Nunca dou importância alguma ao que os americanos fazem com eles mesmos, americanos. Há uma permissividade no comércio de armas nos EUA? Há. Mas quem está perdendo com isso? Eles, ora. Quem morreu no massacre da escola em Newton? Americanos. Eu não moro nos EUA, nem pretendo ir p’ra lá. Nenhuma dessas armas mostradas no artigo vai me atingir. Com essa tolice eles só estão fazendo mal a si mesmos. De todo modo, é válido, sim, expor matérias como essa. Isso nos leva a uma inevitável discussão sobre o controle de armas aqui mesmo no Brasil. Quero lembrar o caso de Matsunaga, o empresário nissei de São Paulo que tinha um verdadeiro arsenal em casa, “para se defender”, e que, após uma discussão com a esposa, acabou com um tiro na nuca, sendo depois esquartejado e decapitado (ainda vivo, segundo o que apuraram os médicos legistas). Se não houvesse armas no apartamento isso teria terminado assim?

  14. jose roberto amorim disse:

    CHEGA SER DE UMA INGENUIDADE INFANTIL as pessoa pensarem que em casos como o do Japones Matsunaga o desfecho seria se não hovessem uma arma de fogo.
    Casos assim quando não se tem arma de fogo acontece com facas , venenos , atropelamentos mas sempre acontecem com a morte de alguem.
    No caso especifico do Matsunaga poderia ele por ser mais forte estrangular ou algum golpe de arte marcial , mas de qualquer maneira haveria uma morte.
    tambem devemos lembrar que a Moça é enfermeira e para aplicar um sossega leão no Japones seria um pulo.

  15. Jorge Christian Rodrigues Cunha disse:

    “Ingenuidade infantil”… Bom, vejamos…

    Em vista de erros e mesmo crimes cometidos por policiais, eu mesmo, em outros sites de internet, sugeri que o salário do policial fosse aumentado, e, ao mesmo tempo, se tornasse o concurso público mais difícil e exigente. O concurso da Polícia Militar precisa se mostrar atraente aos concurseiros; a instituição não pode ficar com a chamada “raspa do fundo do tacho”, aqueles que não passariam em concursos mais interessantes. Do contrário, o que se tem é um estágio pré-milícia, e o que a sociedade precisa é de uma polícia eficiente e avessa a qualquer conluio com a marginalidade.

    No meu próprio blog (que prefiro não divulgar, em respeito a esse site), já publiquei artigos em que defendia melhores condições de trabalho para a polícia, bem como punições mais duras e exemplares aos policiais que traem a farda e a legalidade.

    Ou seja, o que se discute hoje é o preparo do policial, considerado por cidadãos e especialistas como insuficiente. E o que querem os partidários das armas? Pôr um trabuco nas mãos de cada um. E acham que isso tornará a sociedade mais segura. Então, nós é que somos ingênuos? Ingênuo é achar que fabricantes e comerciantes de armas não têm seus aliados na internet. Como se vê, estão muito bem representados. Como é ingênuo acreditar que esses empresários da morte estão preocupados com a nossa segurança, e não com os lucros que teriam com uma sociedade armada.

    Vou terminar deixando a seguinte questão: se armas significam segurança, por que então os EUA têm mais homicídios do que a Europa, onde não se vende armas de fogo por toda parte? Deveria-se concluir que uma nação, tanto mais armada, mais segura seria. Não é o que acontece. De todo modo, das duas, uma: o pessoal da pistola e do fuzil anda muito ingênuo, ou estão “puxando sardinha” para os fabricantes de caixões e cadeiras de rodas. Para esse pessoal não vai faltar trabalho.

  16. celso disse:

    Mas enquanto nos EUA a taxa de óbitos por arma de fogo é de 3,2 por 100 mil habitantes, no mesmo ano, em 2010, os brasileiros contavam 19,3 mortos por 100 mil. Dados colhidos no Google”dados de assassinatos com arma de fogo ”
    Baseado em estimativas colhidas em 2007, o relatório do UNODC diz que, nos Estados Unidos, havia 270 milhões de armas em posse da população, contra 15 milhões no Brasil.
    Os números oficiais foram recolhidos por um relatório do Escritório da ONU contra Drogas e Crimes (UNODC, na sigla em inglês). Os dados do Brasil foram fornecidos pelo Ministério da Saúde.

  17. jose roberto amorim disse:

    Depende de Qual pais da Europa se compara a qual estado do USA,
    Quantos civis ja morreram na Europa vitimas de seus proprios governos por Não terem ARMAS para se defederem?
    Quantos governos totalitarios ja ocorreram na Europa desarmada? Quantos governos totalitarios ja ocorreram no USA armado?
    Tambem se comparar o Canada com acesso livres as armas o indice de violencia é a metade da Europa desarmada.
    .

  18. Jorge Christian Rodrigues Cunha disse:

    Respondendo aos questionamentos…

    Quero responder aos questionamentos que me foram colocados. Quanto aos dados apresentados pelo leitor Celso, não contesto os números. Certamente as informações foram verificadas, e as aceito como autênticas. Todavia, quero lembrar as diferenças existentes entre EUA e Brasil, no que se refere a escolaridade, nível de renda, e mesmo rigor da legislação. Lá, as condições são muito diferentes. Além de se ter uma população mais instruída e educada, a lei é muito mais rigorosa. Aqui, nem sequer se aplica a pena de prisão perpétua para assassinos reincidentes. Ao contrário, a lei tem uma série de artifícios que reduzem o tempo na cadeia, e encorajam a prática do crime.

    Observe-se o problema do narcotráfico. Muitos leitores estão invocando a violência como motivo para se armar. Mas que ninguém pense que o traficante da favela é o dono do negócio. Ele é, tão-somente, um ajudante-de-ordens. O tráfico é controlado por quem está encastelado em condomínios de luxo na Barra da Tijuca e se encontra bem instalado no poder. O Congresso já teve um parlamentar expulso por envolvimento com o narcotráfico. Foi o deputado Jabes Rabelo, banido da Casa em 1992. Só conseguiram expulsar um em mais de 20 anos. É por isso que a prisão perpétua não passa no Congresso. Traficantes e assassinos estão muito bem representados naquela Casa.

    Aceito os números apresentados, mas a leitura que faço é outra: se houvesse menos armas nos EUA, se mataria menos; e, se houvesse mais armas no Brasil, se mataria mais. O Brasil não tem as estruturas sociais, políticas e institucionais para suportar 270 milhões de armas em circulação. Observe-se que fiz a comparação entre EUA e Europa, que têm condições mais ou menos semelhantes. De todo modo, o leitor, trazendo dados estatísticos, ao invés de partir para a ofensa, manteve a discussão no nível que o assunto requer.

    Agora, note-se: armado que esteja, como o cidadão vai se proteger de uma bala perdida? Os empresários inescrupulosos e gananciosos da indústria de armas só querem ganhar dinheiro, não importando como vão ganhar. Nesse negócio, ele compra uma casa de serra em Itaipava, e a vítima do seu produto, ou vai para o cemitério, ou vai parar numa cadeira de rodas, que irá acompanhá-la pelo resto da vida. Segurança pública se faz com investimento em polícia: melhorem o salário e a formação do policial (antes que pensem em corporativismo, não sou policial); melhorem o equipamento da polícia; aumentem os laços entre povo e corporação, pois são os moradores que sabem onde se encontram os esconderijos de drogas, armas e munições; expulsem sem delongas e sem demora quem tiver desvios de conduta. A Polícia Militar do Rio é uma instituição de mais de 200 anos (surgiu em 1809) e quem quiser integrá-la deve corresponder às expectativas. O problema não se resolve construindo uma sociedade de justiceiros, mas investindo em segurança pública. E, quando se trata de segurança pública, quem menos entende do assunto são os empresários da indústria de armas.

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