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Aos 59, Paulo Zulu é diagnosticado com câncer, passa por cirurgia e notícia chega: ‘ NÃO…’

No último sábado (18), o ator Paulo Zulu, de 59 anos, publicou um vídeo, em sua rede social do Instagram, em que conta com, aproximadamente, 260 mil seguidores, contando sobre uma descoberta inesperada em relação à sua saúde.

Menos presente que o comum nas redes sociais, o ator gravou o vídeo como uma tentativa de explicação de sua ausência e atualização de seus seguidores.

Câncer na bexiga

Paulo precisou ser submetido a uma cirurgia para a retirada de um câncer em sua bexiga. A descoberta da doença veio através de um exame realizado no último mês de fevereiro. Na ocasião, na cidade de Joinville, Santa Catarina, Paulo Zulu realizava um exame de rotina quando foi surpreendido pelo diagnóstico da doença.

Segundo o ator, esse já é o segundo tumor que ele precisa remover, uma vez que, há dois anos, um outro já foi removido.

Em relação à sua saúde atual, após o diagnóstico e procedimento cirúrgico, Zulu contou que não há nenhum tipo de prejuízo em razão de seus hábitos saudáveis de vida até aqui: “Mas graças eu ter feito essa revisão, através da prevenção, eu consegui detectar em tempo hábil de poder operar e ficar bem”, comentou o ator.

Trajetória do ator Paulo Zulu é ator e modelo e já participou de famosas atrações da Rede Globo de Televisão. Na novela “Laços de Família”, Zulu interpretou Romeu, um personal trainer galã. Além disso, o ator também foi convidado para participar de “Mulheres Apaixonadas” e de “Totalmente Demais”. O ator é pai de dois filhos adolescentes, Patrick e Dereck.

Primeiro Tuco de A Grande Família faleceu de câncer

O ator Luiz Armando Queiroz interpretou Tuco em A Grande Família entre os anos de 1972 e 1975. No começo de 1999, o artista estava lutando contra um linfoma, que é câncer nos gânglios linfáticos. Seu estado de saúde se agravou e foi internado no CTI da Clínica São Vicente, no RJ.

O artista começou a receber tratamento com sessões de quimioterapia, contudo, não resistiu às complicações. O intérprete do primeiro Tuco faleceu no dia 19 de maio de 1999, com 53 anos. A causa do óbito foi devido a uma falência múltipla dos órgãos.

Carreira de Luiz Armando Queiroz na Globo A carreira de Luiz Armando Queiroz foi marcada por algumas novelas na Globo e em outras emissoras. Na extinta Manchete esteve em Pantanal e no SBT atuou em Os Ossos do Barão. Já na emissora dos Marinho, mostrou o seu talento em Roque Santeiro e na minissérie Chiquinha Gonzaga.

O artista também tem talento na música, tanto que lançou um LP com canções de Marlene e Emilinha Borba. Nos cinemas, trabalhou em filmes de sucesso, como Para Frente, Brasil e o indicado ao Oscar, O Que é Isso, Companheiro?.

Luiz Armando Queiroz

 

Luiz Armando Queiroz (Recife, 22 de fevereiro de 1945 — Rio de Janeiro, 16 de maio de 1999)[1] foi um diretor e ator brasileiro. Entre os seus maiores sucessos na televisão estão os personagens de telenovelas da Rede Globo, como “Cláudio”, de Cuca Legal, “Belchior”, de Estúpido Cupido, “Tuco”, da primeira versão de A Grande Família, e “Tito Moreira França”, de Roque Santeiro. Atuou também em filmes e apresentou os programas de TV Concertos para a Juventude e Sem Limite.

Luiz Armando Queiroz também se destacou em trabalhos na Rede Bandeirantes, como em Os Imigrantes, e na Rede Manchete, onde viveu o vilão “Rodrigo”, de A História de Ana Raio e Zé Trovão.

O sucesso alavancou sua carreira de apresentador, assim, em 1989, ele comandou o Sem Limite, um dos primeiros programas de auditório da história da Rede Manchete, que era transmitido semanalmente, nas noites de terça-feira. A atração tinha o mesmo formato do consagrado O Céu é o Limite. O ator inclusive adotou o bordão do apresentador da atração original, J. Silvestre: “absolutamente certo!”.[3]

Ele dirigiu as novelas A Idade da Loba, na Rede Bandeirantes, Os ossos do barão, no SBT, e a minissérie Chiquinha Gonzaga, na Rede Globo.

Luiz Armando Queiroz faleceu por falência de múltiplos órgãos, consequência de uma quimioterapia para tratamento de um câncer linfático, doença diagnosticada em dezembro de 1998.[4] Foi sepultado no Cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.

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